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Archive for julho \29\UTC 2008

O Poder do Networking

De acordo com Jeffrey Gitomer, autor de A Bíblia de Vendas, “fazer contatos é mera questão de ser amigável, de ter capacidade para se entrosar e de estar disposto a dar algo de valor primeiro”. Quando você conseguir combinar esses três atributos, terá descoberto o segredo que há por trás dos poderosos contatos que levam a relacionamentos ainda mais valiosos.

De fato, no mundo dos negócios, as pessoas preferem fazer negócios com amigos, portanto, para galgar a escada do sucesso, muito mais do que estratégia, novas técnicas e formação educacional, você precisa mesmo é de amigos. E amigos de verdade, independentemente do grau de interesse, vão querer ajudá-lo sempre, por toda a vida.

Isso funciona muito bem entre turcos, libaneses, gregos, japoneses e judeus, basta observar. Você já testemunhou alguém dessa origem pedindo esmolas no sinaleiro? De uma forma ou de outra, eles estão sempre se ajudando, além de levantar cedo, não ter vergonha de ir para trás do balcão para vender roupas, fritar pastel ou ainda colher alfaces às cinco da manhã para vender na feira.

Em geral eles são muito unidos e, por ter vivido uma experiência amarga no passado – por conta de guerras, distanciamento da terra natal e perseguições de toda ordem – sabem que a união é um dos pilares da sobrevivência e também da prosperidade. Nós, brasileiros, por razões históricas, somos muito individualistas e acabamos competindo conosco mesmo e nunca tivemos uma cultura voltada para a união e o bom relacionamento. Em geral, temos dificuldades enormes de aplaudir o sucesso alheio, de ajudar e de torcer pelos amigos.

A questão é: até que ponto seus contatos são bons e podem ajudá-lo a subir na escada da vida? Eu, por exemplo, conheci um bocado de gente durante a minha trajetória de vida pessoal e profissional, nas empresas onde trabalhei, nas universidades onde lecionei e durante as palestras em que ministrei. Entretanto, se alguém me perguntar quão importante isso foi para estabelecer um relacionamento duradouro, creio que somente o tempo poderá responder a essa pergunta.

Quando você está tentando estabelecer contatos sólidos e duradouros, você deve estar disposto a oferecer algo de valor primeiro. Como fazer isso? Toda vez que encontrar alguém, em vez de ficar paparicando e tecendo elogios falsos simplesmente para agradar, disponha-se a ouvir mais e a ajudar de alguma forma. Pergunte sempre: como é que você pode fazer com que a pessoa se sinta bem depois de um simples contato contigo?

Essa simples lição faz você crescer em todos os sentidos. Fazer com que os outros se sintam bem, estar disposto a ajudá-los mediante um simples conselho e oferecer algo de valor sem pretensão de ganhar algo em troca é uma poderosa forma de ampliar o seu networking. Esse é um dos motivos pelo qual eu adotei o firme propósito de escrever e enviar uma mensagem de valor para milhares de pessoas semanalmente.

Penso que quanto mais pessoas estiverem afinadas com a minha forma de pensar e de agir, maior o meu nível de relacionamento e o número de contatos sólidos estabelecidos. Não faço isso toda semana para ganhar dinheiro e ficar rico, mas para que minhas mensagens sejam lidas no Brasil inteiro. De alguma forma, penso que o meu nível de relacionamento vai melhorar a cada dia. Leva tempo para construir uma boa rede de contatos.

Para Charlie “Tremendous” Jones, “a diferença entre sua situação atual e sua situação daqui a um ano será determinada pelas pessoas que você conhece e pelos livros que você lê.” Com base nisso, tenha em mente o seguinte: a questão não é apenas quem você conhece, mas quem, de fato, conhece você. Criar valor para as pessoas na vida e no trabalho é também criar referência. Ser referência para os amigos e para os negócios é uma excelente maneira de aumentar o poder do seu networking.

Uma pergunta fundamental: como é que você gostaria de ser lembrado com freqüência? Como alguém que reclama ou alguém que resolve problemas, atrai coisas boas e gera valor para as pessoas ao seu redor? Quando você procura agregar valor ao mundo, as pessoas que fazem parte do seu círculo de relacionamentos são afetadas positivamente. Pode levar tempo, mas um dia elas acabam te dizendo isso, o que, por si só, compensa todo o esforço.

Proporcionar valor às pessoas significa, antes de tudo, oferecer primeiro antes de pedir. Em outras palavras, significa ajudar os outros para que, um dia, quando necessário, eles também se sintam inclinados a ajudá-lo. Nesse sentido, você precisa estabelecer um terreno comum, uma forma de aproximação com a pessoa que você deseja ter no seu círculo de relacionamentos. A melhor forma de fazer isso é oferecer valor primeiro.

Empregos, oportunidades de negócios, coisas boas em geral, surgem para aqueles que possuem elevado grau de relacionamento. Não adianta se rebelar contra isso. Por mais que você trabalhe, estude e se esforce, lembre-se de que a maioria das vagas disponíveis nas empresas é preenchida através de networking, ou seja, por indicação de amigos infiltrados dentro das empresas. O mesmo vale para os negócios.

As coisas que você diz e escreve e as perguntas que você faz combinadas com sua crença, paixão e atitude, são fundamentais para ampliar o seu nível de relacionamento. Confesso que melhorei bastante nesse sentido, mas ainda tenho muito que aprender. Ser conhecido entre amigos, clientes e fornecedores é um pré-requisito valiosíssimo para melhorar o seu networking.

Por fim, deixo aqui algumas dicas que aprendi a utilizar para ampliar o meu networking. Espero que isso o ajude de alguma forma. Leia e não esqueça que adicionar o meu e-mail e o meu site na sua lista de contatos. Não quero perder o contato contigo nos próximos 60 anos. Temos muito em comum e podemos nos ajudar mutuamente.

1. Quanto mais pessoas estiverem afinadas com o seu jeito de pensar e agir, mais chances você terá de ampliar o seu networking;

2. Não tenha medo ou vergonha de estabelecer um contato, mas tenha bom-senso; respeite a privacidade e a agenda de quem você deseja fazer contato;

3. Para fazer amigos e bons contatos, seja simples, sincero, jogue limpo e ofereça algo de valor primeiro;

4. Não se esqueça dos seus amigos de infância, de escola e de faculdade; interesse-se por eles e não perca o contato; o mundo é redondo e um dia você hão de se encontrar novamente;

5. Se você tem o hábito de oferecer algo de valor para pessoas ao seu redor, seguramente elas desejarão fazer parte da sua rede.

Por fim, as palavras de Gitomer encerram a nossa lição de hoje: “coisas boas vem para os que têm paciência e adotam medidas consistentes e persistentes para conseguir o que querem.” Quanto maior for a sua rede de contatos, maior a chance de você obter ajuda e crescer profissionalmente.

Por Jerônimo Mendes

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Como já havia citado na descrição desse blog, minha maior inspiração para a criação deste, foi o livro Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes. E gostaria de transcrever aqui uma maravilhosa história relatada na livro onde o próprio autor sofreu uma mudança drástica de paradigma. Mas antes gostaria de poder definir o que significa esse termo.

Na origem, era um termo científico, mas hoje é usada comumente para definir um modelo, teoria, percepção, pressuposto ou modelo de referência. Em um sentido mais geral, é a maneira como “vemos” o mundo – não no sentido visual, mas sim em termos de percepção, compreensão e interpretação. Poderíamos ainda usar como exemplo as lentes pelas quais vemos o mundo. Nossa maneira particular de compreender o que acontece a nossa volta.

A compreensão e análise de nossos paradigmas é fundamental se quisermos ter uma vida mais plena e produtiva. Um modo simples de entender os paradigmas é vê-los como um mapa. Todos sabem que “um mapa não é um território”. Um mapa é simplesmente a explicação de certos aspectos do território. Um paradigma é exatamente isso. Uma teoria, uma explicação, um modelo de alguma outra coisa.
Suponha que você queira ir até um local específico, no centro de Chicago.
Uma planta com as ruas da cidade seria de grande ajuda para se chegar ao destino. Mas suponha que você tenha o mapa errado. Em função de um erro de impressão, o mapa onde estava escrito “Chicago” fosse na verdade um mapa de Detroit. Você pode imaginar a frustração e a ineficiência na tentativa de atingir o objetivo desejado?
Uma pessoa pode modificar seu comportamento. Tentar com mais empenho, ser mais diligente, aumentar seu ritmo. Tais esforços, entretanto, só serviriam para levá-la mais depressa ao lugar errado.
Uma pessoa pode modificar sua atitude, pensando de forma mais positiva. Mesmo assim não chegará ao lugar certo, o que pode não fazer diferença. Se a atitude for mesmo otimista, a pessoa será feliz onde estiver.
De qualquer modo, ainda estará perdida. O problema fundamental não tem nada a ver com o comportamento ou com a atitude. Ele se resume em utilizar o mapa errado.
Se a pessoa tem o mapa certo para Chicago, aí a diligência torna-se valiosa, e, quando surgem os obstáculos frustrantes, ao longo do caminho, então a atitude faz realmente diferença. Contudo, a exigência primordial e mais importante é a exatidão do mapa.
Cada um de nós tem, dentro da cabeça, muitos e muitos mapas, que podem ser divididos em duas categorias principais: mapas do modo como as coisas são, ou da realidade, e mapas do modo como as coisas deveriam ser, ou dos valores. Interpretamos todas as nossas experiências a
partir destes mapas mentais. Raramente questionamos sua exatidão, com freqüência nem percebemos que os utilizamos.
Apenas assumimos que a maneira como vemos as coisas equivale ao modo como elas realmente são ou deveriam ser.
Assim, nossas atitudes e comportamentos derivam destes pressupostos. A maneira como vemos o mundo é a fonte de nossa forma de pensar e agir.

Segue abaixo o relato do autor Stephen Covey:

O Poder de uma Mudança no Paradigma

“Eu me recordo de uma mudança de paradigma que me aconteceu em uma manhã de domingo, no metrô de Nova York.
As pessoas estavam calmamente sentadas, lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semi-cerrados. Era uma cena calma, tranqüila.
Subitamente um homem entrou no vagão do metrô com os filhos.
As crianças faziam algazarra e se comportavam mal, de modo que o clima mudou instantaneamente.
O homem sentou-se a meu lado e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situação. As crianças corriam de um lado para o outro, atiravam coisas e chegavam até a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos. Mesmo assim o homem a meu lado não fazia nada.
Ficou impossível evitar a irritação. Eu não conseguia acreditar que ele pudesse ser tão insensível a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito sem tomar uma atitude. Dava para perceber facilmente que as demais pessoas estavam irritadas também. A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, virei para ele e disse:
– Senhor, seus filhos estão perturbando muitas pessoas. Será que não poderia dar um jeito neles?
O homem olhou para mim, como se estivesse tomando consciência da situação naquele exato momento, e disse calmamente:
– Sim, creio que o senhor tem razão. Acho que deveria fazer alguma coisa. Acabamos de sair do hospital, onde a mãe deles morreu há uma hora. Eu não sei o que pensar, e parece que eles também não conseguem lidar com isso.
Podem imaginar o que senti naquele momento? Meu paradigma mudou. De repente, eu vi as coisas de um modo diferente, e como eu estava vendo as coisas de outro modo, eu pensava, sentia e agia de um jeito diferente. Minha irritação desapareceu. Não precisava mais controlar minha atitude ou meu comportamento, meu coração ficou inundado com o sofrimento daquele homem. Os sentimentos de compaixão e solidariedade fluíram livremente.
Sua esposa acabou de morrer? Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar em
alguma coisa?
Tudo mudou naquele momento.
Muita gente passa por uma experiência fundamental similar de mudança no pensamento quando enfrenta uma crise séria, encarando suas prioridades sob nova luz. Isso também acontece quando as pessoas assumem repentinamente novos papéis, como marido, esposa, pai, avô, gerente ou líder.
Poderíamos passar semanas, meses ou até mesmo anos usando a Ética da Personalidade para tentar alterar atitudes e comportamentos, sem sequer nos aproximarmos do fenômeno da mudança, que ocorre espontaneamente quando vemos as coisas por uma nova ótica”.

Resumindo, mude seus paradigmas e mude sua vida.

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Se não quiser adoecer – ‘Tome decisão’

A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A
indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história
humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar,
saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas
indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de
pele.

Se não quiser adoecer – ‘Busque soluções’

Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.
Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o
fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que
de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera
energia negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer – ‘Não viva de aparências’

Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão
que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc. está acumulando
toneladas de peso … uma estátua de bronze, mas com pés de barro.
Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas
com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a
dor.

Se não quiser adoecer – ‘Aceite-se’

A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que
sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida
saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores,
competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as
críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer – ‘Confie’

Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não
cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem
confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si,
nos outros e em Deus.

Se não quiser adoecer – ‘Não viva sempre triste’

O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem
vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que
vive. ‘O bom humor nos salva das mãos do doutor’. Alegria é saúde e
Terapia

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Esteja Disponível

Um ditado popular nos traz a mensagem: “A pressa é inimiga da perfeição.” E, a cada dia dentro das organizações ele é colocado à prova. Ora nos é cobrado a urgência, ora nos é cobrado a perfeição. Com isto, muitas vezes nos vemos buscando a perfeição, mas sem tirar o senso de urgência. Durante algum tempo parece que há certa afinidade entre os dois extremos. Porém, o ditado popular prevalece e acabamos desorientados quanto às ações que devemos manter. É do ser humano a busca pela perfeição. É do modelo de administração atual o senso de urgência. Se por um lado a perfeição nos orienta para a melhoria em tempo integral, por outro, o senso de urgência nos orienta para a produtividade e para a prontidão. E a prontidão está intimamente relacionada com a disponibilidade. Com isto, devemos nos re-orientar: nem perfeição, nem urgência e sim a disponibilidade e prontidão.

É importante que tenhamos um equilíbrio em nossas ações profissionais. Se no dia a dia somos cobrados para a urgência, mas avaliados pela perfeição devemos buscar um caminho intermediário. Um fato colabora para esta ação: sempre que nossos clientes (internos ou externos) requerem algo de nós imediatamente colocam expectativas aos quais devemos satisfazer. A ansiedade por uma resposta tem início e se estabelece. Se respondermos de imediato frustramos a expectativa de perfeição. Se demorarmos em demasia abriremos precedentes para que a concorrência atenda primeiro aos nossos clientes. Assim o nosso trabalho pode ser em vão, pois o cliente teve suas expectativas satisfeitas, ainda que parcialmente. Acrescente-se que muitas vezes a expectativa era de uma informação que pudesse auxiliar no processo de decisão do cliente. Outras vezes, a ânsia deste cliente esta limitada e basta estar ciente do que ocorre naquele momento ou assunto. Há casos que, ainda que se tenham riscos de má informação, o que se espera é a notícia.

Na sociedade focada na informação que é a nossa, o que é válido hoje, em pouco tempo pode não mais ser. Na sociedade que busca a qualidade a expectativa é de que sempre haverá um jeito de se fazer melhor. Portanto, o ponto de equilíbrio é dado pelo prazo de validade, digamos assim, da informação e pela certeza de que sempre se poderá fazer melhor, mas nem sempre é conveniente. Monitor o impacto destes critérios o tempo todo. Encontre o tempo adequado para atender o seu cliente e envie o produto ou serviço solicitado. Em seguida, a evolução pela qualidade se manifestará ainda que você tenha sido perfeito. Sempre haverá algo para alterar ou melhorar e, começa-se a discutir como fazê-lo. O vai e vem neste caso tende a ser positivo, pois transmite ao cliente a sensação de estar envolvido no processo de execução, torna-se um participante ativo, o que freqüentemente é valorizado. Em relação ao tempo, o seu cliente também foi atendido sem possibilidade para outras alternativas.

O senso de qualidade é muito forte em nós. Não importa o resultado que alcancemos sempre queremos fazer melhor e, encontramos oportunidades. O tempo não pode ser o nosso inimigo. Somente aumentamos a qualidade através da identificação de oportunidades após realizarmos. Portanto, alie-se ao tempo e faça a qualidade – isto se chama melhoria. No seu dia-a-dia atenda ás expectativas básicas dos clientes e, se puder à algumas expectativas adicionais mas, disponha-se a corrigir, a alterar, a rever, a modificar, a melhorar. Quebre o senso de urgência em vários momentos e faça a qualidade.

Fonte: Portal da Administração.

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Acredite em você!!!

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Muitos sabem que tipo de trabalho querem mas não tem a menor idéia de quem são, o que gostam, quais suas principais habilidades e interesses. Uma pessoa proativa, se prepara para os desafios do mundo corporativo fazendo essa importante análise sobre si mesmo.

Pegue uma folha de papel de liste pelo menos 5 palavras positivas que descrevam você.

Agora identifique 5 coisas que goste de fazer, sozinho ou em família. Essa resposta é importante porque as empresas de hoje querem saber que tipo de pessoa estão contratando. Se por acaso você desenvolve algum projeto ou participa de algum trabalho voluntário nas horas vagas é de extrema importância falar sobre isso. Muitas empresas valorizam profissionais assim.

Quais suas principais habilidades? As vezes sabemos quais são mas não conseguimos descrevê-las. Então aqui vai uma lista de possíveis habilidades. Mas só as use se realmente as tiver ok?

adaptabilidade-amizade-atitude positiva-bom caráter-coloboração-confiabilidade-coragem-criatividade-decisão-dedicação-disposição para aprender-flexiblidade-honestidade-iniciativa-liderança-motivação.

Eu sou, eu tenho, eu sei

Numa entrevista de emprego, ou num bate papo com alguém importante para sua ascendência profissional é muito útil ter em mente um Comercial de 30 segundos. Nesse comercial você fará uma breve apresentação sobre você, sua experiência profissional e suas habilidades. Lembre-se, talvez esses sejam os 30 segundos mais importantes de toda sua carreira, por isso as palavras usadas devem ser escolhidas com todo cuidado e atenção, e acima de tudo devem ser marcantes.

Vou deixar 2 exemplos para que vocês possam ter uma idéia do que estou falando:

Exemplo 1: “Sempre gostei de interagir com as pessoas. Como resultado, tornei-me profissional em relações públicas e estou na profissão nesses últimos 8 anos. Gerenciei uma variedade de relações comunitárias e programas educativos do governo. Como resultado de minhas habilidades organizacionais, recebi a responsabilidade de supervisionar todos os programas de relações públicas de um projeto de grande invergadura. O que mais gosto é de ajudar pequenas empresas que estão começando a encontrar seu lugar na comunidade e ter sucesso”.

Exemplo 2: Sou uma pessoa dedicada com uma família de quatro pessoas. Gosto de ler, e o conhecimento e a visão mais ampla que a leitura me deu aumentaram minha habilidade para ensinar e fazer apresentações. Tenho tido sucesso em minha carreira acadêmica. A isso atribuo minha habilidade em planejar, programar e cuidar de diferentes tarefas ao mesmo tempo. Essa flexibilidade me ajudará na sala de aula, onde há muitas personalidades e estilos de aprendizado diferentes”.

Colocando em prática essa técnica você aumentará em muito as chances de conseguir o emprego que deseja.

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Você consegue imaginar a cena de entrar numa Advocacia e ser rebecido por um homem com a barba por fazer, chinelo de dedo no pé, camisa amarrotada e unhas amareladas lhe cumprimentando e se apresetnado como seu advogado? Difícil de crer não? Mas já parou pra pensar em como uma roupa faz toda a diferença em determinadas situações? Para conseguir o emprego que você deseja é preciso demonstrar que você se importa com sua aparência, vestindo-se apropriadamente para sua entrevista de emprego. É claro que você não vai usar terno e gravata se estiver se candidatando a uma vaga de auxiliar de produção. É preciso sempre ter bom senso. As empresas são entidades conservadoras, em sua maioria, e as pesquisas demonstram com clareza que as preferências, em se tratando de aparência pessoal, não só para candidatos a empregos, mas para executivos já contratados, tendem ao tradicional. Com a razoável e compreensível exceção a determinadas carreiras consideradas rebeldes, como a dos publicitários ou dos especialistas em informática, a aparência dos executivos em geral precisa refletir discrição, moderação, sobriedade. Graças a essa cultura empresarial, a maneira como uma pessoa se veste pode demonstrar, na prática, quanto poder ela possui. No entanto, não é menos verdade que parecer bem implica sentir-se bem. O que requer muito mais do que usar um terno cinza impecável, camisa de colarinho passado a ferro por profissional e gravata muito bem escolhida. Parecer bem é mais que isso. É ter os ombros alinhados, as costas eretas, o olhar brilhante, o andar correto, a voz pausada e agradável, a postura polida e ao mesmo tempo firme. Mas o exercício do bem-estar começa, efetivamente, com a roupa. Já ensinavam os sábios chineses que a roupa faz o monge. Claro que o ditado é metafórico, e quer dizer somente que a roupa é uma forma de exibir certos códigos de valores. Muitas empresas possuem até políticas internas em relação a vestimentas, e algumas chegam a dar cursos para as os seus executivos, como a Prudential-Bache Securities, dos Estados Unidos. A idéia, segundo os dirigentes, não é ditar a forma com que os executivos devam se vestir, mas estimulá-los a usar o traje que os fará sentir-se bem. Além de estar com a aparência impecável, é preciso sentir-se seguro para transmitir esta sensação ao selecionador e causar uma boa impressão.

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