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Archive for the ‘Motive-se’ Category

O que é um Coach?

Faz algum tempo que ouço falar no tal Coach. Alguns jargões no mundo corporativo aparecem com muita frequência, mas tenho que admitir que não sabia nada sobre essa profissão até pouco tempo atrás.

Como já disse no post anterior, recentemente me formei como Coach de Talentos. Mas afinal o que é isso?

Coach  é uma palavra de origem inglesa, que traduzida ao pé da letra significa treinador.  O Coaching é um processo de orientação e assessoramento ao desenvolvimento pessoal e profissional do indivíduo , fundamentado em uma relação de ajuda e facilitação aos esforços pessoais do cliente na obtenção dos meios que lhe permitam realizar seus projetos de vida.

O Coach tem a missão de estabelecer uma relação de compromisso e confiança com o Cliente, de maneira a possibilitar a identificação e análise conjunta dos aspectos relevantes de sua trajetória de vida pessoal e profissional, as características de perfil e potencial que favoreçam ou dificultam o alcance de suas metas.

O Coach de Talentos trabalha focado em suas fortalezas. Ele se assegura que a ação será realizada na direção correta (mesmo que sejam necessárias algumas correções ao longo do caminho), com as estratégias adequadas, até desenvolver as competências e atingir os objetivos desejados.

O Coach de Talentos qualificado será capaz de conquistar sua confiança, compromisso e honestidade. Faz perguntas poderosas que lhe ajudam a se conhecer e a definir seus objetivos,  e sobretudo, a definir o “como” fazer.

Ao receber um Coaching, pude estabelecer metas mais realistas e ao mesmo tempo desafiadoras. Conhecendo meus principais talentos, posso usá-los em minha profissão atual para um desepenho acima da média. Estou usando-os na elaboração e concretização dos meus sonhos.

Em breve disponibilizarei aos leitores do Proatividade a oportunidade de receberem um Coaching de Talentos gratuitamente.

Até lá desejo de todo coração que você possa encontrar sua missão de vida. Que possa utilizar todos os seus dons e talentos para seu próprio benefício e também da sociedade. Seja proativo e use seus talentos com sabedoria!

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Sim,  a notícia é triste e chocante, mas é verdade. Fui ao médico para pegar os resultados de alguns exames que havia feito e fui diagnosticado com uma enfermidade degenerativa. Meu médico me disse que provavelmente herdei essa doença de meus pais. Para o meu consolo, a doença não é rara e a maioria das pessoas possuem, apesar de não saberem que estão infectadas. O exame que fiz pra descobrir tal contaminação durou mais de 10 anos contínuos e, mesmo assim, apesar desse tempo, nos meus exames de sangue há um alto percentual de contaminação por Procrastinação.

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A verdade é que milhares de gerações morreram com essa doença. Milhões de pessoas sofrem todos os dias com os sintomas desse mal. Sonhos são esquecidos, relacionamentos são desfeitos, e, pouco a pouco as pessoas vão morrendo e matando quem está ao seu redor.

Eu tenho muitos sonhos, mas percebi que durante muito tempo eu fui uma testemunha passiva dos acontecimentos. Sempre foi muito mais fácil reclamar do que fazer algo a respeito. Sempre fui bom em achar desculpas para nao agir: Falta de dinheiro, amigos pessimistas, falta de tempo, falta de formação adequada, etc, etc, etc.

Nesse ano que está por terminar decidi dar grandes passos em direção ao meu sonho de trabalhar com treinamentos que ajudassem as pessoas a se desenvolverem. Um dos passos mais importantes foi minha formação em Coach de Talentos pelo método Maksuri. Descobri uma imensidão de oportunidades que havia desperdiçado ao longo dos anos. Aprendi a identificar e trabalhar com os talentos inatos de cada pessoa. Aprendi que somente pelo uso adequado de nossos talentos poderemos alcançar plena satisfação pessoal e profissional.

Minha cura já está em andamento. Coloquei meus objetivo no papel e estou correndo feito louco para cumprir com tudo que me propus. Mas a felicidade e paz que sinto não tem preço. Sinto que estou fazendo algo que realmente importa.

E você? Se tivesse só 6 meses de vida, como gostaria de vivê-los a partir de hoje? O que você deixaria de fazer imediatamente? Com quem precisa falar para começar a agir? 

Está disposto a pagar o preço para ser quem você realmente é?

Este texto teve como inspiração o artigo escrito por Marcos Rezende em Insistimento

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O termo “resiliência psicológica” surgiu na década de 1960, quando Frederic Flach, estudando sua história de vida e de outros que haviam superado grandes adversidades, emprestou-o da Física e da Medicina e passou a empregá-lo para o ser humano. Desde aquela época a resiliência tem sido atribuída a pessoas com enorme capacidade de enfrentar desafios, lidar com imprevistos e superar crises sem serem afetados negativamente por elas, ou seja, mantendo seu equilíbrio emocional e conservando sua essência.

Confesso que quando tive contato com esse termo pela primeira vez fui tomado por um certo ceticismo. Será mesmo que dá pra ser Resiliente o tempo todo? Essa qualidade é inata ao ser humano ou pode ser desenvolvida?

Tenho lido bastante a respeito do assunto e tenho procurado alguns exemplos atuais de possíveis resilientes. A sensação que tinha até estudar mais profundamente o assunto, era que essas pessoas eram perfeitas e que eram sempre resilientes. Mas notei que essa qualidade pessoal além de poder ser desenvolvida, também ocorre gradualmente e nem sempre podemos ser resilientes em tudo. É possível que uma pessoa resiliente também se deprima, se decepcione e tenha seus momentos obscuros. Mas o que faz a diferença nessas pessoas é a capacidade em voltarem ao seu estado original. Suas experiências negativas não influenciam o seu presente. São capazes que julgar os acontecimentos baseadas em seus valores e príncipios e não na opinião alheia ou fatores externos.

O especialista no assunto George Souza Barbosa, diretor científico do Instituto de Pesquisas e Desenvolvimento Pessoal – ALIANÇA, explica: “Tenho defendido que ela é um atributo inato do ser humano, porém necessita da intervenção externa para sua maturação. A mesma coisa que acontece com a capacidade de ser alfabetizado. Está lá, no entanto, necessita haver uma intervenção sobre ela para sua potencialização.”

De acordo com o que eu li até agora, o momento ideal para se desenvolver a resiliência é na infância, mas os adultos ainda podem ter esperança. Um ótimo exemplo disso é a velocista Ádria Rocha, 29 anos, a maior estrela do universo das paraolimpíadas, com uma coleção de medalhas de ouro e prata. Ela garante que se torna mais resistente a cada dia. Filha de um pedreiro e de uma costureira, Ádria e outros três irmãos, entre nove, têm retinose pigmentar, doença que atinge a retina e pode levar à cegueira. Mineira de Nanuque, a atleta conta que enxergava minimamente e que amargou a discriminação de professores e de colegas por causa da dificuldade de aprender. Superou o drama ao encontrar sua expressão no esporte. Já havia se destacado nas Paraolimpíadas de Seul, quando, aos 15 anos, se deparou com uma gravidez precoce. Casou e abandonou as pistas por exigência do marido. Aos 18 anos, mais problemas: ficou completamente cega. A nova realidade fez com que Ádria juntasse forças para se separar e voltar aos treinos. Sem patrocínio, sustentava a filha, Bárbara, vendendo bilhetes de loteria nas ruas de Belo Horizonte. Títulos e medalhas vieram um atrás do outro, até conquistar o primeiro lugar no ranking mundial. Ela detém o recorde de 12 minutos e 34 segundos nos 100 metros rasos, obtido em 2000, em Sydney. “Se ficasse choramingando, usando como desculpa a falta de dinheiro, de visão e de marido, com certeza não chegaria a lugar algum”, diz. Quem ouve a história de Ádria imagina que seja a mulher-maravilha. Não é. Ela desmoronou no ano passado, ao sofrer uma contusão no joelho e uma cirurgia. “Tive medo de não conseguir mais correr”, revela. Para essas pessoas especiais, porém, um empurrão basta. No caso da atleta, veio da fisioterapeuta Vanda Sampaio. “Ela me acompanhou nos exercícios e me ajudou a recuperar a autoconfiança.”

Uma das principais especialistas em resiliência, a psicóloga Cenise Monte Vicente explica que, para desenvolver essa capacidade, nós precisamos encontrar apoio – mesmo que pequeno – e sentir que alguém acredita em nós. A importância de cercar-se de bons amigos deve ser sempre lembrada nessas horas. A esposa ou marido também tem um fator determinante. É claro que se dependermos exclusivamente desse apoio temos uma boa chance de nos frustrar. Pois quantas vezes você buscou apoio para alguma idéia brilhante, ou um novo projeto e não encontrou ninguém para apoiá-lo?

A minha opinião é que se temos um objetivo claro para nossas vidas, ou melhor, se possuímos nossa própria missão de vida, definindo onde estou e onde quero e posso chegar profissionalmente e pessoalmente, fica muito mais fácil superar as crises e desafios diários. Acredito que quando há um propósito maior por trás de tudo que fazemos conseguimos encontrar a verdadeira motivação ,ou seja, nosso motivo para agir.

Eduardo Carmello revela que as pessoas resilientes possuem cinco características que os ajudam a buscar oportunidades em meio aos problemas: proatividade, positividade, flexibilidade, capacidade de manter sempre o foco em mente e sempre se organizar diante de uma situação complexa. “São pessoas que sabem que não podem impedir a desestrutura, mas conseguem dominar a situação, agindo rapidamente com consistência”.

E você? Se considera uma pessoa resiliente?

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Esse artigo retirei do blog da Cybele, aliás vale a pena visitar!!

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais que alguns dias, o peixe não era mais fresco. os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto-mar por muito mais tempo. Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado. Entretanto o peixe congelado tornou os preços mais baixos.
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Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar os peixes nos tanques como “sardinhas”.
Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. Infelizmente os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor.
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Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Como os japoneses resolveram esse problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor?
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Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?
Antes da resposta leia o que vem abaixo:
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Quando as pessoas atingem seus objetivos – tais como: quando encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso em uma empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas, ou o quer que seja, elas podem perder as suas paixões.
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Elas podem começar a pensar que não precisam trabalhar tanto, então, relaxam. Elas passam pelo mesmo problema dos ganhadores de loteria, que gastam todo o seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros, que nunca crescem, e de donas-de-casa, enteadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta. Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem mais simples. L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50:
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“O Homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador”. Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo – a – passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!
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Resposta:
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos barcos. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito vivo” e fresco no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques. Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo.
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Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista, se organize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoas ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da humanidade.
Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença.
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“Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você pode chegar…”

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Se não quiser adoecer – ‘Tome decisão’

A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A
indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história
humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar,
saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas
indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de
pele.

Se não quiser adoecer – ‘Busque soluções’

Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.
Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o
fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que
de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera
energia negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer – ‘Não viva de aparências’

Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão
que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc. está acumulando
toneladas de peso … uma estátua de bronze, mas com pés de barro.
Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas
com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a
dor.

Se não quiser adoecer – ‘Aceite-se’

A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que
sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida
saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores,
competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as
críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer – ‘Confie’

Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não
cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem
confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si,
nos outros e em Deus.

Se não quiser adoecer – ‘Não viva sempre triste’

O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem
vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que
vive. ‘O bom humor nos salva das mãos do doutor’. Alegria é saúde e
Terapia

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Acredite em você!!!

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Ousadia

Havia uma terra onde todos os habitantes, durante muitos anos, tinham-se acostumado a utilizar muletas para andar. Desde a mais tenra infância, todas as crianças eram ensinadas a usar devidamente suas muletas para não cair, e cuidar delas para que não se estragassem.

Mas, um dia, um jovem inconformado começou a pensar que seria possível prescindir de tal complemento. E, quando expôs sua idéia, os anciãos da terra, seus pais, seus amigos e todos a sua voltam lhe chamavam de louco: “não vês que sem muletas cairás? Que grande atrevido você é!” mas o jovem continuava a pensar no assunto.

Aproximou-se dele um ancião e lhe disse:

como pode ir contra nossa tradição? Durante anos e anos, todos temos andado perfeitamente com esta ajuda. Sentimos mais seguros e fazemos menos esforço com as pernas. é uma grande invenção! Meu amigo, não podes jogar fora todo saber e tradição dos nossos antepassados que nos ensinaram a fazer e utilizar as muletas.

Também seu pai lhe disse:

Meu filho, já estou cansado e envergonhado com as tuas excentricidades. Você só cria problemas para sua família. Se teu avô e bisavô usaram muletas, por que é que qeres ser diferente?

Você alguma vez já foi reprimido por tentar fazer algo diferente dos outros? Já foi mal interpretado?

É mais seguro e cômodo fazer sempre a mesma coisa e da mesma forma – “se queres estar seguro, seja mudo, cego e surdo”.

Certas pessoas, sobretudo aquelas para quem a rotina diária é intocável, sentem-se incomodadas e perturbadas quando alguém ousa introduzir originalidade no que pensa, diz e faz. “No ousar está o valor e no tardar o temor”, diz a sabedoria popular.

Relativo à ousadia, Platão, filósofo grego do século III a.C., descreve as inscrições que identificavam as três portas de entrada no templo da Sabedoria em Atenas.

Na primeira podia ler-se:

“SEDE OUSADOS”

Na segunda, uma legenda mais imperativa, recomendava:

“SEDE OUSADOS,  SEDE SEMPRE OUSADOS, SEDE CADA VEZ MAIS OUSADOS!”

Na terceira e última porta, reservada a alguns eleitos, estva escrito:

“NÃO SEJAIS OUSADOS EM DEMASIA”

Se me tivesse pedido uma opinião sobre o que escrever na terceira porta, eu teria sugerido:

“SEDE OUSADOS COM ESTRATÉGIA”

A ousadia não é mais do que a concretização de algo claramente definido e decididamente desejado. Nada tem a ver com anarquia ou indisciplina. Assenta, fundamentalmente, na coragem de começar, na persistência de chegar ao fim e na aceitação voluntária de riscos.

Se, por um lado,  a ousadia pode gerar conflitos, por outro quando lucidamente utilizada, desenvolve a criatividade e robustece as relações entre as pessoas.

Sejamos mais ousados!!

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