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Posts Tagged ‘Produtividade’

Acordar cedo…

Achei esse artigo no site Efetividade.net. Achei super interessante e por isso resolvi transcrevê-lo abaixo. As dicas funcionam mesmo, eu já testei!!
Acordar cedo por vontade própria pode ser um hábito difícil de criar, para quem está acostumado a ficar debaixo das cobertas até o horário em que tem a obrigação de sair da cama.
Mas ganhar algumas horas – ou mesmo minutos – a mais em suas manhãs pode produzir uma grande diferença na sua produtividade e qualidade de vida.
Há várias técnicas que você pode aplicar para sofrer menos para pular da cama mais cedo.
Sete dicas proativas para acordar mais cedo.
Tenha um objetivo e convença a si mesmo – Se acordar cedo não é uma obrigação, você precisa ter um bom motivo todos os dias, até formar o hábito. Alguns possíveis bons motivos são: ter mais tempo para estudar, fazer exercício, trabalhar em casa, tomar um café da manhã saudável, ler o jornal, atualizar seu site, dar uma caminhada, conviver com a família ou o que quer que você precise mais tempo para fazer pela manhã. Pense nas causas tanto na hora de acordar, como na hora de ir dormir, para ajudar a formar a necessária motivação. Pense também nas conseqüências
Seja produtivo com seu tempo extra: Você acordou mais cedo por alguma razão. Realize esta razão, porque se você se render à tentação de ficar assistindo reprises de seriados na televisão de pijama, a sua motivação para acordar cedo nos próximos dias irá se diluir!
Pense previamente nas desculpas – e ignore-as: quando o despertador tocar, uma série de desculpas vão passar pela sua mente. “Descansar é saudável”, “Posso deixar para amanhã”, “Está tão frio”, etc. Pense nelas antes, e prepare-se para ignorá-las.

Pule da cama: Nada de “Só mais 10 minutos”, que levam a só mais 15, mais 25, e lá se foi a sua manhã. Discipline-se para sair da cama imediatamente, e assim que você estiver fora dos cobertores, tudo ficará mais fácil.
DURMA! Para acordar cedo consistentemente, você precisa dormir um número suficiente de horas (o número exato varia de indivíduo para indivíduo), o que em geral se consegue indo dormir mais cedo, sem ficar assistindo TV ou lendo um livro na cama, madrugada adentro. Planeje no início da noite a hora que você pretende ir dormir, mas cuidado para não transformar isso em razão de stress, senão o efeito vai se inverter. Melhore a qualidade do seu sono, procure e resolva as causas de eventuais insônias ou distúrbios no seu sono, para que não prejudiquem o seu rendimento no dia seguinte.
Facilite o processo de acordar: Planeje no dia anterior o que você vai precisar, e já deixe preparado. Deixar separadas as roupas que irá vestir, os objetos que irá precisar na sua primeira tarefa da manhã, etc. enquanto ainda está bem acordado no dia anterior facilita a sua vida e pode representar um grande ganho de tempo.
Tenha alguma recompensa: Se o seu objetivo em acordar cedo for uma obrigação (assistir a alguma aula, participar de uma reunião, trabalhar, etc.), ofereça a si próprio alguma recompensa: a oportunidade de tomar um café da manhã um pouco mais caprichado, um banho mais longo, ler o jornal antes de sair de casa… Use a criatividade, manter-se motivado é um bom investimento.
O artigo “Waking Up Early – 15 Tips That Work“, de Dave Cheong, tem boas dicas adicionais, além das mencionadas acima, que você pode adaptar à sua rotina.

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Acredito que uma pessoa proativa deva ter em mente que seu currículo é algo muito precioso, afinal, nesse documento estão todos os dados referentes à sua trajetória profissional. É nesse pequeno documento que pode estar a diferença entre ser ou não contratado por uma grande empresa.

Apesar de já estarmos já século 21 ainda existem profissionais que não dão o devido valor ao seu currículo. Digitam de qualquer jeito, ou pior, pedem pra um sobrinho ou amigo digitarem e ai saem disparando esses pedaços de papel pra todo lado, na vã esperança de conseguir um bom emprego.

A verdade é que fazer um bom currículo é uma das partes mais importantes da caça ao emprego. Por isso quero compartilhar com os leitores do blog alguns modelos de currículo que considero úteis.

Cada modelo se ajusta a determinado momento profissional e a qual emprego você está se candidatando. Vou deixar links de modelos mais tradicionais e simples e também alguns com um pouco mais de dados e estilo. Cabe a você decidir qual deles vai atender melhor sua necessidade.

Modelo Simples

Esse é um modelo bem simples sem muitos floreios. Ideal para vagas na área de produção, vendas internas e serviços gerais. Nesse modelo é só substituir os dados pelos seus.

Modelo Limpo

Esse modelo também é bem simples, porém é um modelo mais fácil de ser lido por quem está contratando. Nele estão todos os dados necessários para que o recrutador tenha uma idéia de quem é você.

Modelo Elegante

Esse é um currículo muito bonito visualmente. Nesse modelo os seus dados de contato vão em baixo.

Modelo Explicativo

O modelo em questão apresenta uma explicação detalhada de cada parte do currículo.

Modelo Estagiário

Esse se destina a ajudar os estágiarios a fazer um currículo de qualidade destacando suas qualidade profissionais e acadêmicas.

Existem muito outros tipos de currículo e diversas opiniões sobre cada um deles. Porém o mais importante é que ele seja claro, de fácil leitura e que não contenha erros de português. Assim você terá mais chances de alcançar seus objetivos profissionais.

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Como já havia citado na descrição desse blog, minha maior inspiração para a criação deste, foi o livro Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes. E gostaria de transcrever aqui uma maravilhosa história relatada na livro onde o próprio autor sofreu uma mudança drástica de paradigma. Mas antes gostaria de poder definir o que significa esse termo.

Na origem, era um termo científico, mas hoje é usada comumente para definir um modelo, teoria, percepção, pressuposto ou modelo de referência. Em um sentido mais geral, é a maneira como “vemos” o mundo – não no sentido visual, mas sim em termos de percepção, compreensão e interpretação. Poderíamos ainda usar como exemplo as lentes pelas quais vemos o mundo. Nossa maneira particular de compreender o que acontece a nossa volta.

A compreensão e análise de nossos paradigmas é fundamental se quisermos ter uma vida mais plena e produtiva. Um modo simples de entender os paradigmas é vê-los como um mapa. Todos sabem que “um mapa não é um território”. Um mapa é simplesmente a explicação de certos aspectos do território. Um paradigma é exatamente isso. Uma teoria, uma explicação, um modelo de alguma outra coisa.
Suponha que você queira ir até um local específico, no centro de Chicago.
Uma planta com as ruas da cidade seria de grande ajuda para se chegar ao destino. Mas suponha que você tenha o mapa errado. Em função de um erro de impressão, o mapa onde estava escrito “Chicago” fosse na verdade um mapa de Detroit. Você pode imaginar a frustração e a ineficiência na tentativa de atingir o objetivo desejado?
Uma pessoa pode modificar seu comportamento. Tentar com mais empenho, ser mais diligente, aumentar seu ritmo. Tais esforços, entretanto, só serviriam para levá-la mais depressa ao lugar errado.
Uma pessoa pode modificar sua atitude, pensando de forma mais positiva. Mesmo assim não chegará ao lugar certo, o que pode não fazer diferença. Se a atitude for mesmo otimista, a pessoa será feliz onde estiver.
De qualquer modo, ainda estará perdida. O problema fundamental não tem nada a ver com o comportamento ou com a atitude. Ele se resume em utilizar o mapa errado.
Se a pessoa tem o mapa certo para Chicago, aí a diligência torna-se valiosa, e, quando surgem os obstáculos frustrantes, ao longo do caminho, então a atitude faz realmente diferença. Contudo, a exigência primordial e mais importante é a exatidão do mapa.
Cada um de nós tem, dentro da cabeça, muitos e muitos mapas, que podem ser divididos em duas categorias principais: mapas do modo como as coisas são, ou da realidade, e mapas do modo como as coisas deveriam ser, ou dos valores. Interpretamos todas as nossas experiências a
partir destes mapas mentais. Raramente questionamos sua exatidão, com freqüência nem percebemos que os utilizamos.
Apenas assumimos que a maneira como vemos as coisas equivale ao modo como elas realmente são ou deveriam ser.
Assim, nossas atitudes e comportamentos derivam destes pressupostos. A maneira como vemos o mundo é a fonte de nossa forma de pensar e agir.

Segue abaixo o relato do autor Stephen Covey:

O Poder de uma Mudança no Paradigma

“Eu me recordo de uma mudança de paradigma que me aconteceu em uma manhã de domingo, no metrô de Nova York.
As pessoas estavam calmamente sentadas, lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semi-cerrados. Era uma cena calma, tranqüila.
Subitamente um homem entrou no vagão do metrô com os filhos.
As crianças faziam algazarra e se comportavam mal, de modo que o clima mudou instantaneamente.
O homem sentou-se a meu lado e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situação. As crianças corriam de um lado para o outro, atiravam coisas e chegavam até a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos. Mesmo assim o homem a meu lado não fazia nada.
Ficou impossível evitar a irritação. Eu não conseguia acreditar que ele pudesse ser tão insensível a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito sem tomar uma atitude. Dava para perceber facilmente que as demais pessoas estavam irritadas também. A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, virei para ele e disse:
– Senhor, seus filhos estão perturbando muitas pessoas. Será que não poderia dar um jeito neles?
O homem olhou para mim, como se estivesse tomando consciência da situação naquele exato momento, e disse calmamente:
– Sim, creio que o senhor tem razão. Acho que deveria fazer alguma coisa. Acabamos de sair do hospital, onde a mãe deles morreu há uma hora. Eu não sei o que pensar, e parece que eles também não conseguem lidar com isso.
Podem imaginar o que senti naquele momento? Meu paradigma mudou. De repente, eu vi as coisas de um modo diferente, e como eu estava vendo as coisas de outro modo, eu pensava, sentia e agia de um jeito diferente. Minha irritação desapareceu. Não precisava mais controlar minha atitude ou meu comportamento, meu coração ficou inundado com o sofrimento daquele homem. Os sentimentos de compaixão e solidariedade fluíram livremente.
Sua esposa acabou de morrer? Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar em
alguma coisa?
Tudo mudou naquele momento.
Muita gente passa por uma experiência fundamental similar de mudança no pensamento quando enfrenta uma crise séria, encarando suas prioridades sob nova luz. Isso também acontece quando as pessoas assumem repentinamente novos papéis, como marido, esposa, pai, avô, gerente ou líder.
Poderíamos passar semanas, meses ou até mesmo anos usando a Ética da Personalidade para tentar alterar atitudes e comportamentos, sem sequer nos aproximarmos do fenômeno da mudança, que ocorre espontaneamente quando vemos as coisas por uma nova ótica”.

Resumindo, mude seus paradigmas e mude sua vida.

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